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 IC 31 "congelado" durante mais alguns anos

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HugoLeal ( AlcainsAqui )
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Mensagens : 269
Data de inscrição : 03/06/2009
Localização : Alcains

MensagemAssunto: IC 31 "congelado" durante mais alguns anos   Qua Fev 03, 2010 9:02 am

Citação :


Governo pára quatro estradas e reavalia linha do TGV

por RUDOLFO REBÊLO

Caem 800 quilómetros de auto-estradas e parcerias com privados reequacionadas. Vitorino diz que TGV para o Porto será adiado

É o travão a fundo. As contas a vermelho do Estado não aguentam mais obras. Por isso, o Governo decidiu, ontem, cancelar a concessão de quatro auto-estradas, vai "requacionar" parte do TGV e "recalendarizar" as obras previstas com os parceiros privados para os próximos anos (ver texto secundário). Vai, ainda, dar instruções à Estradas de Portugal para cobrar portagens em algumas scut, as auto-estradas sem custos para o utilizador.

Nas grandes obras, a ordem é para escolher prioridades - e isso estará claro já no Programa de Estabilidade e Crescimento (2010- -2013) que o Governo terá pronto dentro de duas semanas. O novo aeroporto de Alcochete, por exemplo, é para avançar. Foi descrito ontem por António Mendonça, ministro das Obras Públicas, como "prioridade fundamental do Governo". Alcochete depende da privatização da ANA - Aeroportos de Portugal, e de dinheiros privados, para além de pequena contribuição comunitária. Falta saber se avança por módulos ou todo de uma vez.

De resto, quatro auto-estradas estavam no Orçamento, mas regressam à gaveta. São elas "serra da Estrela", "Vouga", "Tejo internacional" e a do "Ribatejo". São quatro concessões que seriam lançadas a concurso pela Estradas de Portugal a privados até ao fim do primeiro semestre deste ano. Ficam "congelados" 800 quilómetros de auto-estrada, dos quais 40% seriam construídos de raiz.

Para equilibrar - a médio prazo - as contas da Estradas de Portugal serão introduzidas portagens nas scut Costa de Prata, Grande Porto e Norte Litoral. E as restantes scuts podem não se livrar de portagens. "Vão ser feitos estudos para determinar a viabilidade, o momento e as condições" para introduzir bilheteiras, disse ontem o ministro.

O que justifica o adiamento ou cancelamento das obras? A falta de dinheiro nos cofres do Estado e a pressão internacional sobre o aumento de juros dos empréstimos pedidos pela República (ver caixa). Para este ano o endividamento do País vai aumentar em 17 mil milhões de euros. Uma quantia que dava para construir três aeroportos da dimensão do previsto para Alcochete. O programa de cortes e poupanças até 2013 não será fácil. Contas feitas, o Estado terá de reduzir o défice até à vizinhança dos cinco mil milhões de euros, 3% do PIB, como reclama a Europa.

A questão em aberto é, para além das estradas, o que mais o Governo vai colocar em suspenso. António Vitorino disse ontem, na RTP, que é muito provável que a ligação do TGV Lisboa-Porto seja adiada. Um "décalage no tempo" dos troços de alta velocidade é, para o dirigente socialista, inevitável.

Mas a recalendarização está a ser preparada há uma semana. Primeiro, foi o ministro dos Assuntos Parlamentares a dizer ao DN que admitia uma reavaliação das obras públicas. Mais tarde, Teixeira dos Santos garantiu ao Expresso que "o TGV tem de se adaptar à realidade orçamental". E ontem, o ministro das Obras Públicas, António Mendonça, deu um golpe de misericórdia cancelando a concessão das auto-estradas e pondo em causa o TGV para Vigo.

Nada que, por outro lado, já não estivesse nas entrelinhas do Orçamento do Estado. Aí, o Governo escrevia já: "Os montantes a investir têm de ser enquadrados em restrições de longo prazo de limitação da dívida pública."

Video SIC

Fonte : DN
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HugoLeal ( AlcainsAqui )
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Mensagens : 269
Data de inscrição : 03/06/2009
Localização : Alcains

MensagemAssunto: Re: IC 31 "congelado" durante mais alguns anos   Ter Fev 16, 2010 1:15 pm

A notícia chegou assim a " Nuestros Hermanos "

Citação :
PLASENCIA
Los recortes lusos retrasan el eje Plasencia-Castelo Branco por autovía

El gobierno portugués anuncia que suspende la licitación de autovías, entre ellas la IC-31, que va de Monfortinho a la ciudad hermana
4.02.10 - 00:09 - A.S.O. | PLASENCIA.

El eje por autovía Madrid-Lisboa, por Plasencia y Castelo Branco, tiene un problema. No es menor. Y la solución puede tardar en llegar unos años. Cuatro, más o menos. El tiempo que va a quedar congelada o cancelada la construcción de nuevas autovías en Portugal. Lo anunció el ministro de Finanzas de Portugal, Fernando Teixeira dos Santos, en el transcurso de una entrevista concedida a la Radio Televisión Portuguesa, RTP. El gobierno luso no piensa hacer más autovías hasta final de la legislatura. Las declaraciones han sido recogidas por algunos rotativos lusos días pasados, (Diario de Noticias, Diario Económico o Jornal de Fundao, entre otros).

El responsable de la Economía portuguesa adelantó que el ejecutivo paralizará la construcción de varias autovías hasta final de una legislatura que concluye en 2013. Estas habían sido anunciadas en agosto pasado.

El motivo de esta decisión no es otro que los recortes presupuestarios que el gobierno portugués debe aplicar para reducir el déficit del Estado y remontar la crisis. Los recogerá el denominado Programa de Estabilidad y Crecimiento (2010-2013) que se fija las prioridades y se debate en el parlamento.

Los recortes afectan según informa la prensa portuguesa, a 830 kilómetros de nuevas autovías de concesiones que estaba previsto se adjudicasen en el primer semestre de este año. Son las denominadas de Ribatejo, Serra da Estrela, Vouga y Tejo Internacional. Éste último, es el tramo de 57 kilómetros de autovía denominado IC 31, proyectado para unir la IC 23, a la altura de Alcains (al norte de Castelo Branco) con la EX A-1 en la frontera española por Monfortinho. Este tramo está en fase de estudio para determinar posibles alternativas de trazado.

De todo ello se ha hecho eco la prensa portuguesa estos días. «En este momento entendemos que no hay necesidad de licitar más concursos o hacer nuevas adjudicaciones en el marco de la red de carreteras» dijo Teixeira dos Santos, porque «lo esencial está ya hecho».

No ha sido el único ministro que ha hablado en este sentido. El de Obras Púbicas, Antonio Mendoça, anunció la suspensión de la licitación de los concursos para la construcción y explotación de nuevas concesiones de autovías.

«Es obvio que hay restricciones financieras pero no solo eso; es preciso introducir racionalidad y realizar un esfuerzo de integración entre las concesiones viarias y las inversiones previstas en otros modos de transportes», declaró el ministro, según recoge Diario Económico, en el transcurso de una reunión con la Ordem dos Economistas, celebrada en Lisboa. En la RTP confirmaba también que no había dinero para las autovías. La prioridad para el gobierno luso se centra ahora en el nuevo aeropuerto lisboeta de Alcochete.

El anuncio de la suspensión de las licitaciones de nuevos tramos de autovías que se iban a llevar a cabo durante este año en Portugal supone retrasar el cierre del nuevo eje de comunicación por autovía entre Madrid-Lisboa por Plasencia y Castelo Branco.

La noticia ha sido acogida con cautela por el concejal de Desarrollo Económico, Francisco Martín, a la espera de conocer nuevos datos sobre el alcance definitivo del anuncio hecho por el gobierno luso para el eje. Plasencia y Castelo Branco mantienen una estrategia de promoción conjunta, como destino turístico, basada en el nuevo corredor internacional Madrid-Lisboa por el norte de Extremadura. En enero presentaron esta nueva oferta, denominada, 'Espacio mágico' ante touroperadores y agentes en la Feria de Turismo de Lisboa y en la Fitur, de Madrid.

De la EX A-1, de Navalmoral a la frontera de Monfortinho, a la Junta de Extremadura solo le queda autorizar, licitar y contratar los dos últimos tramos entre Moraleja sur y la frontera de Monfortinho, tras haber sido autorizada la contratación de los de El Batán-Coria y Coria-Moraleja por 96,5 millones de euros. En total, la autovía EX A-1 entre Plasencia y Monfortinho tendrá 67,7 kilómetros. La previsión es que esté terminada este año.

El edil de Desarrollo Económico prefiere optar por la cautela y tener más información antes de valorar el alcance definitivo y consecuencias que el anuncio de los recortes puede tener para promoción comercial y turística del enlace internacional Madrid Lisboa por autovía, a través de Plasencia y Castelo Branco.

Fonte : Diario Hoy
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